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Coletivos exploram fronteira entre saúde mental, cidadania e identidade

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Por Hugo Vaz. Publicado originalmente em AUN – Agência Universitária de Notícias.

Há mais de 25 anos, diferentes coletivos artísticos e culturais na cidade de São Paulo têm experimentado a criação de comunidades totalmente inclusivas, acolhendo pessoas com diferentes diagnósticos de saúde mental, vulnerabilidade social e deficiências. O princípio é o mais fundamental possível: todos são aceitos; todos são bem-vindos. Mas se por um lado essa identidade plural desafia a lógica mercadológica e governamental de categorização desses grupos, criando um ambiente de alento, provocação e estímulo, ela também dificulta o acesso dessas populações às políticas culturais e de cidadania.

“É o que vários autores têm chamado de 'comum', um espaço [público] que está para além do que o Estado e o governo conseguem abarcar e também não está no âmbito do privado”. Quem explica é a pesquisadora Isabela Valent, do Laboratório Arte Corpo e Terapia Ocupacional (Pacto), da Faculdade de Medicina da USP…